Elefante baleado mata caçador ao esmagá-lo no Zimbábue

Ele era um dos mais experientes e conhecidos caçadores africanos. O site da sua empresa apresentava-o como o homem que aperfeiçoou a caça de leões e leopardos com a ajuda de cães.

Mas Theunis Botha morreu justamente em um safári de caça, depois de ser esmagado por um elefante.

A morte ocorreu no Zimbábue, perto do parque nacional Hwange, mesmo local onde, em julho de 2015, um caçador americano matou o leão Cecil, causando comoção internacional.

Segundo o site sul-africano News24, Theunis Botha, de 51 anos, conduzia um grupo de caçadores em um passeio, na última sexta-feira, quando eles se depararam com uma manada de elefantes. Três fêmeas teriam avançado contra o grupo, e Botha disparou contra uma delas.

Ainda segundo o site, uma quarta fêmea então ergueu Botha com sua tromba e foi alvejada por um dos caçadores do grupo. O animal caiu ferido e esmagou Botha, ferindo-o de morte.

Botha, que era originário da África do Sul, conduzia safáris em rachos privados desde 1989. Marike, a mais velha de seus cinco filhos, confirmou a morte de seu pai à BBC, mas não deu detalhes sobre o que ocorreu.

A página no Facebook da empresa Kuronda Safaris Zimbabwe, com quem ele trabalhava, descreveu Botha como "um grande homem com um fantástico senso de humor".

De acordo com a imprensa sul-africana, Botha era amigo do também caçador Hunter Scott Ven Zyl, cujos restos mortais foram encontrados dentro de um crocodilo no último mês às margens do rio Limpopo, também no Zimbábue.

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