NY se prepara contra 'terror nuclear', diz jornal

da BBC, em Londres

A cidade americana de Nova York está "prestes a se tornar um laboratório para testar maneiras de fortalecer a defesa da nação contra um ataque terrorista com equipamentos nucleares ou 'bomba suja' radiativa", afirma nesta sexta-feira o jornal The New York Times.

Segundo a matéria, ainda no primeiro semestre, o governo federal vai instalar no porto de Staten Island máquinas de detecção capazes de identificar material radioativo em navio cargueiros.

Até o fim do ano, o governo estaria planejando construir uma espécie de círculo viário de 80 quilômetros de extensão, e instalar alarmes em pontes, túneis, estradas e canais para entrar na cidade ou sair dela.

"O esforço, que poderia ser estendido a outras cidades se for bem-sucedido, é uma grande mudança de foco do Departamento de Segurança Interna (que) tenta encontrar maneiras de evitar uma trama usando armas construídas dentro dos Estados Unidos", diz o texto.

Mas mesmo antes de o projeto sair do papel, membros do Congresso e especialistas em combate criticam a idéia, argumentando que ela poderia ser muito cara e render poucos ganhos em termos de segurança.

O governo não divulga as estimativas de gastos no projeto mas, de acordo com o NYT, documentos oficiais sugerem que os custos só do raio-X para navios podem ultrapassar US$ 1 bilhão (cerca de R$ 2 bilhões).

'Escravas da moda'

Uma reportagem do jornal de economia e finanças americano The Wall Street Journal afirma que a afluência de modelos do Brasil, da Rússia, do Leste Europeu e dos países emergentes em geral fez "emagrecer as chances de se tornar uma grande top-model".

"A economia global transformou o mundo das modelos. A oferta (de caras novas) aumentou, por novas aspirantes entrando no campo de trabalho", afirma a matéria, intitulada "Escravas da Moda".

"Se a demanda de trabalho para websites, publicidade e catálogos online aumentou, os pagamentos caíram no alto escalão da moda – os desfiles de grandes estilistas em Paris, Milão e Nova York."

A mobilidade entre fronteiras na Europa, a oferta de "novos rostos" pela internet, e a trajetória inspiradora de garotas como Gisele Bündchen e a russa Natalia Vodianova aumentaram a facilidade e a disposição para encarar as dificuldades do trabalho, diz o WSJ.

Uma vez sob os holofotes, no entanto, elas têm uma carreira cada vez menor: entre um e dois anos hoje em dia, "contra dez anos no passado".

'Entre Deus e o diabo'

Matéria do diário argentino La Nación afirma que o presidente da Argentina, Nestor Kirchner, "seguirá dançando com Deus e com o diabo".

O jornal se refere à "política permanente de ziguezaguear entre os Estados Unidos e a Venezuela", que têm divergido cada vez mais no cenário internacional.

"Na Casa Rosada (sede do governo argentino) dizem que assim é o mundo: se aplica a razoabilidade em um planeta contraditório, dizem. Não falam de 'relações carnais' (termo utilizado por autoridades do governo de Carlos Menem para definir a relação com os Estados Unidos), mas 'racionais'. E não mencionam mais a adesão ao projeto bolivariano, e sim falam de 'negócios'", diz o diário.

Mas, para o La Nación, a escolha de Kirchner é "arriscada".

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