'Chefe' da Al-Qaeda no Paquistão teria sido morto

O chefe de operações no Paquistão da rede extremista Al-Qaeda teria sido morto em um ataque americano que vitimou também outro membro do alto-escalão do grupo, informaram fontes da inteligência dos EUA.

Usama Al-Kini e seu assessor, Sheikh Ahmed Salim Swedan, teriam sido mortos no dia 1º de janeiro em um ataque com mísseis na província do Waziristão do Sul, próxima à fronteira com o Afeganistão. Al-Kini era um dos suspeitos de estar por trás dos atentados ao hotel Marriot, em Islamabad, em setembro de 2008, quando 55 pessoas foram mortas após a explosão de um caminhão-bomba.

Os dois homens teriam nascido no Quênia e figuravam na lista dos extremistas mais procurados pelo FBI (a polícia federal americana) por serem suspeitos dos ataques contra embaixadas dos EUA no Quênia e na Tanzânia, em 1998.

Al-Kini também era suspeito de ter planejado um ataque frustrado contra a ex-primeira-ministra do Paquistão, Benazir Bhutto, morta em outro atentado em dezembro de 2007.

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