Em primeira visita a sinagoga, papa condena violência religiosa

Ida de Francisco a Templo Maior de Roma simboliza reforço da aproximação entre católicos e judeus. Em discurso, pontífice diz que a violência contradiz qualquer religião.

O papa Francisco fez neste domingo (17/01) sua primeira visita como pontífice a uma sinagoga. Ele foi recebido na principal sinagoga de Roma, que já recebeu os papas João Paulo II e Bento XVI.

O encontro no Templo Maior de Roma foi marcado por discursos sobre o avanço das relações entre católicos e judeus nas últimas décadas e por demonstrações de repúdio ao extremismo religioso.

"A violência do homem contra o homem está em contradição com qualquer religião digna desse nome, em particular a três grandes religiões monoteístas - o judaísmo, o cristianismo e o islamismo", afirmou Francisco.

Em crítica ao uso da violência, Ruth Dureghello, presidente da Comunidade judaica de Roma, disse que a "fé não gera ódio, não derrama sangue", mas "exige diálogo".

Durante a celebração do Angelus na Praça de São Pedro, o papa pediu que os imigrantes não percam a "esperança" e a "alegria de viver". Francisco falou a 7 mil estrangeiros de 30 países que vivem na região do Lácio, da qual Roma faz parte.

KG/rtr/lusa

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