Giuliani e Palin cotados para gabinete de Trump

Imprensa americana começa a especular sobre quem deve ocupar os principais cargos no governo do magnata. Entre os nomes mais citados estão o ex-prefeito de Nova York e a ex-candidata a vice-presidente.Após a vitória Donald Trump na eleição presidencial dos EUA, a imprensa americana começa a especular os hipotéticos nomes do gabinete presidencial de de Donald Trump. Esse é um assunto sobre o qual o republicano evitou se pronunciar até agora, embora tenha deixado pistas durante a campanha. Analistas concordam que Trump precisa de nomes de peso e que conheçam os bastidores do poder, para compensar a falta de experiência política do bilionário. O chefe de gabinete deve ser o primeiro anunciado. E quem parece ter as melhores cartas é Reince Priebus, presidente do Comitê Nacional do Partido Republicano, e Corey Lewandowski, ex-coordenador da campanha presidencial de Trump e atual comentarista da CNN. Como secretário de Estado, se fala em Newt Gingrich, conservador de direita, ex-presidente da Câmara e defensor ardoroso de Trump. Também é cotado Bob Corker, senador pelo Tennessee e presidente da comissão de relações exteriores do Senado. Também se comenta que Trump pensa ainda em John Bolton, ex-embaixador dos EUA na ONU e descrito como neoconservador. Para a pasta da Defesa, são lembrados o general de três estrelas reformado Michael Flynn e o senador Jeff Sessions, do Alabama. Flynn foi um dos mais próximos assessores do magnata nova-iorquino durante a campanha eleitoral. Ele participou várias vezes como perito em programas do canal Russia Today (RT), onde, entre outras coisas, defendeu uma maior cooperação entre os EUA e a Rússia na luta contra o "Estado Islâmico". Já Sessions foi um dos primeiros senadores a apoiarem Trump. Ex-oficial do Exército, ele é membro da comissão de defesa do Senado. Palin é cotada para a pasta do Interior Também aparece nas apostas ministeriais a ex-candidata a vice-presidente e ex-governadora do Alasca Sarah Palin, como possível secretária do Interior. Para secretário de Justiça ou para procurador-geral, o governador de Nova Jersey, Chris Christie, é um dos nomes lembrados, ele que já havia sido cotado temporariamente para a vice-presidência. Entretanto, Christie é considerado politicamente enfraquecido, devido a um escândalo em seu estado, o chamado Bridgegate. O nome mencionado mais frequentemente para o cargo é Rudolph Giuliani. O ex-prefeito de Nova York também foi ativo na campanha de Trump. Steven Mnuchin, ex-executivo do Goldman Sachs, pode se tornar secretário do Tesouro. Ele foi tesoureiro de campanha do bilionário. Mnuchin é politicamente inexperiente, mas a mídia dos EUA afirma que ele pode ajudar a fazer uma ponte com a população judaica. Também é lembrado o nome do bilionário Carl Icahn, presidente das Icahn Enterprises. Como porta-voz, Jason Miller, estrategista de comunicação da equipe de campanha de Trump, parece ter boas cartas. Também é citado Sean Spicer, diretor de comunicação no Partido Republicano. Uma vantagem para Spicer é que ele conhece a imprensa em Washington. Ou será que o cargo vai para Boris Epshteyn, rosto conhecido da televisão? Durante a campanha, ele apresentou as transmissões ao vivo no Facebook. MD/dpa/efe

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