Terrorista de Istambul quer espalhar o caos, diz Erdogan

Após o atentado a uma casa noturna em Istambul, a Turquia permanece decidida a levar adiante a "lutacontra o terrorismo", disse o presidente Recep Tayyip Erdogan. Demais líderes mundiais também se manifestaram.Com o atentado à casa noturna em Istambul durante as celebrações de Ano Novo, o atirador quer "destruir a moral de nosso país e espalhar o caos", disse o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan (foto) neste domingo (01/01). A Turquia continuará fazendo tudo o que for necessário pela segurança dos cidadãos, completou. Já antes do atentado na noite de réveillon o presidente havia falado, em um pronunciamento, sobre uma nova "guerra de independência". Nas palavras do presidente turco, o país está sob ataque de forças que estão por trás de organizações terroristas. Ele não especificou, porém, que forças seriam essas. A Rússia demonstrou assegurou apoio à Turquia na luta contra o terrorismo após o ataque. "É nosso dever resistir resolutamente à agressão terrorista", disse o presidente russo, Vladimir Putin, em um telegrama a Erdogan. "É difícil imaginar um crime mais cínico do que o assassinato de civis no auge do Ano Novo". O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, também se pronunciou sobre o ataque e fez menção ao discurso de Angela Merkel. "Merkel disse no fim de semana o que já dizemos há muitos anos: que a maior ameaça ao futuro é o terrorismo radical islâmico", disse Netanyahu em uma reunião semanal de gabinete neste domingo. A chanceler federal alemã ofereceu suas condolências ao presidente turco. "Novamente os terroristas atacaram seu país. Em Istambul eles perpetraram um ataque desumano e maligno contra pessoas que queriam celebrar o Ano Novo juntas", disse Merkel, segundo informou um porta-voz. O papa Francisco condenou o ataque e, durante a oração do Angelus, conclamou todas as pessoas de boa vontade a lutar contra o terrorismo no ano que se inicia. "Infelizmente, a violência atacou mesmo nesta noite de felicitações e esperanças", disse ele diante de 50 mil fiéis na Praça de São Pedro, no Vaticano. Ele disse que vai rezar pelos mortos e feridos, assim como por suas família e todo o povo turco. Durante o tiroteio no clube Reina, às margens do Bósforo, pelo menos 39 pessoas morreram, entre elas 15 estrangeiros. Outras 70 pessoas ficaram feridas, algumas em estado grave. FF/afp/dpa

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