Moreno lidera em pesquisa boca de urna no Equador

Sondagem coloca candidato do governo na frente e oposicionista Guillermo Lasso como segundo colocado. Vitória em primeiro turno está incerta.Uma pesquisa divulgada neste domingo (19/02), logo após o fechamento das urnas no Equador, mostrou o candidato do governo, Lenín Moreno, à frente com 39,4% dos votos válidos, contra 30,5% do segundo colocado, o ex-banqueiro Guillermo Lasso, de centro-direita. A sondagem foi feita pelo instituto Cedatos e divulgada pela emissora Teleamazonas. A margem de erro é de pontos percentuais. Outra pesquisa, da Opecuador e divulgada pela imprensa estatal, mostrou Moreno com 42,9% dos votos válidos, contra 27,7% de Lasso. Moreno, que foi vice-presidente do atual mandatário, Rafael Correa, necessita de 40% dos votos válidos, com uma vantagem de 10 pontos percentuais sobre o segundo colocado, para vencer a eleição no primeiro turno. Se esse resultado não for alcançado, os dois candidatos mais bem votados disputarão o segundo turno, em 2 de abril. Eleito em 2007 vice-presidente de Correa, Moreno, de 63 anos, tem sido o rosto afável e bem-humorado do "correismo", adotando um tom mais conciliatório. Sob uma cadeira de rodas desde 1998, após ser assaltado, ele é formado em administração pública. Programas de defesa dos direitos das pessoas com necessidades especiais lhe deram prestígio internacional. Moreno propõe seguir o curso social e econômico da chamada Revolução Cidadã e criar universidades de ensino técnico. Ele não fez novas propostas para tirar o país da severa crise econômica. Lasso, de 61 anos, é um administrador de empresas e foi presidente do Banco de Guayaquil entre 1994 e 2012, uma das instituições financeiras mais importantes do país. Em 1997, ele foi nomeado governador de Guayas, uma das três províncias mais importantes da nação, e logo se tornou ministro da Economia. Membro da Opus Dei e contrário ao aborto, Lasso prometeu durante a campanha criar um milhão de empregos – porém, não deu muitos detalhes de como irá fazê-lo – e reduzir impostos. Ele apoia o livre-comércio e os acordos comerciais com os EUA e a União Europeia e se declarou abertamente contra o chamado Socialismo do Século 21. AS/rtr/efe

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