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2018: Morre Aretha Franklin, "rainha do soul"

16/08/2018 13h03

2018: Morre Aretha Franklin, "rainha do soul" - No dia 18 de março de 2018, morreu Aretha Franklin, um dos maiores nomes da música americana de todos os tempos, com uma voz poderosa e emotiva, e sucessos como "Respect", que demandava respeito às mulheres.A música gospel que Aretha ouvia na igreja tornou-se a base de sua formação. Com uma voz poderosa e emotiva, ela integrou a vanguarda da música soul na década de 1960, junto a nomes como Otis Redding, Sam Cooke e Wilson Pickett.

Premiada com 18 Grammys e 25 discos de ouro ao longo da carreira, Aretha Franklin foi a primeira mulher a entrar para o Hall da Fama do Rock e foi nomeada em 2010 pela revista Rolling Stone a cantora número um da era do rock.

A cantora se apresentou em eventos históricos como o funeral de Martin Luther King e as posses de Barack Obama e Bill Clinton como presidentes.

O auge de Aretha Franklin foi do início dos anos 1970, quando ela dominou as paradas musicais com sucessos como I never loved a man (the way I love you), Baby, I love you, Chain of fools”, Think, (You make me feel like) A natural woman, Do-right woman, além do clássico Respect, sua marca maior.

"Quando cantava Respect, seu hit máximo escrito por Otis Redding, não se tratava apenas de uma mulher querendo ser saudada pelo marido chegando do trabalho: era uma demanda por equidade e liberdade, um prenúncio do feminismo, carregado por uma voz que não aceitaria menos que isso", escreve o jornal The New York Times.

Após alguns anos longe dos holofotes, Aretha Franklin viveu um renascimento em meados da década de 1980 com canções como Freeway of love, um dueto com George Michael chamado I knew you were waiting (for me), Sisters are doin’ it for themselves, Who’s zoomin’ who? e uma versão de Jumpin’ Jack Flash, dos Rolling Stones.

Filha de um pastor batista, a cantora nascera em Memphis, estado americano de Tennessee, e cresceu em Detroit. Seu pai era respeitado como um líder em direitos civis e ativista do "orgulho negro". Sua última apresentação foi em um concerto da Fundação Elton John para luta contra a aids, em Nova York , em novembro de 2017.