UOL Notícias Notícias
 

12/06/2006 - 02h03

China nega ter vendido armas ao Sudão e à Birmânia

Pequim, 12 jun (EFE).- O Ministério de Assuntos Exteriores chinês rejeitou hoje o relatório da Anistia Internacional (AI) que acusa Pequim de ter exportado armas de forma "irresponsável" a países como Sudão, Birmânia, África do Sul e Nepal, contribuindo para "graves violações dos direitos humanos" nessas nações.

O funcionário do Ministério de Assuntos Exteriores chinês Li Hui negou as acusações feitas pela AI e assegurou que Pequim "cumpre as convenções e obrigações internacionais" em relação à venda de armamento.

"A China e outros países da Organização para a Cooperação de Xangai cumprem com rigor suas obrigações a esse respeito", destacou Li em entrevista coletiva, na qual informou sobre a próxima cúpula de chefes de Estado dessa organização, no dia 15 de junho em Pequim.

Li assegurou que o cumprimento das obrigações internacionais "não é incoerente com as atividades da China" e dos outros países da organização (Rússia, Cazaquistão, Quirguistão, Tadjiquistão e Uzbequistão) no âmbito da venda de armas.

O relatório da AI, divulgado neste domingo, acusa a China de contribuir para sustentar "conflitos brutais" com sua venda de armas. A China é um dos países que realiza um tráfico de armamento "maior, de forma mais secreta e mais irresponsável", afirmou o relatório da AI.

Siga UOL Notícias

Tempo

No Brasil
No exterior

Trânsito

Cotações

  • Dólar comercial

    10h49

    0,38
    3,158
    Outras moedas
  • Bovespa

    10h52

    -0,31
    68.379,10
    Outras bolsas
  • Hospedagem: UOL Host