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30/06/2006 - 13h41

Préval diz que o Haiti necessita da Minustah por mais um semestre

Paris, 30 jun (EFE).- O presidente do Haiti, René Préval, disse hoje que a presença da força da ONU em seu país (Minustah) será necessária por mais um semestre e que renovará a missão em agosto.

"Provavelmente necessitaremos de uma nova missão" porque "acho que seis meses serão insuficientes para a profissionalização da Polícia", explicou Préval em entrevista coletiva durante sua visita oficial à França.

O presidente haitiano ressaltou que a presença da Minustah permitiu restabelecer a segurança e realizar as eleições, mas "a tarefa não está terminada" e, na renovação programada para agosto, "deverá adaptar-se às novas condições".

Segundo Préval, a missão terá que levar em conta que "agora há um Governo" e a atividade da força internacional - composta por mais de 7 mil militares e 1.700 policiais - deverá adequar-se às exigências do novo Executivo.

Segundo Préval, a prioridade da nova missão será "ajudar a profissionalização da Polícia e da Justiça", e participar do desenvolvimento do país, com a reconstrução de estradas, por exemplo.

Préval admitiu que em seu país "há um problema de segurança que inquieta", e que "tem causas profundas" que ficam em evidência com o envolvimento mais ou menos direto de policiais e juízes.

No entanto, insistiu em que "a violência política está quase controlada" e vinculou tal situação ao fato de que "há um Governo com grande consenso".

Préval, que chegou a Paris após uma viagem européia iniciada em Bruxelas, foi recebido pela manhã pelo presidente francês, Jacques Chirac, e pelas ministras de Defesa, Michele Alliot-Marie e Cooperação, Brigitte Girardin, assim como pelo secretário-geral da Unesco, Koichiro Matsuura.

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