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16/01/2007 - 03h03

Partido Comunista cria nova norma de censura à imprensa chinesa

Hong Kong, 16 jan (EFE).- Os meios de comunicação chineses terão que solicitar permissão antes de cobrir temas políticos sensíveis no período que antecede o congresso nacional do Partido Comunista da China (PCCh), informa o jornal "South China Morning Post", de Hong Kong.

O departamento de propaganda do comitê central do partido comunicou num documento distribuído à imprensa nacional que será necessária uma aprovação para cobrir eventos históricos importantes, além de aniversários de figuras políticas ou revolucionárias consideradas politicamente sensíveis ou polêmicas.

Segundo a agência "Xinhua", a pressão sobre a imprensa aumenta com a aproximação do XVII congresso nacional, o primeiro presidido por Hu Jintao como chefe do PCCh, do Governo e do Exército. A reunião fixará os planos para o próximo qüinqüênio, e abrirá o caminho da renovação dos líderes.

O jornal lembrou que em novembro o PCCh advertiu a revista "Lifeweek", que havia publicado reportagens sobre o aniversário do fim da Revolução Cultural, centrado no julgamento da mulher de Mao Tsé-tung, Jiang Qing.

Além disso, segundo a mesma fonte, os censores também exigiram a demissão de alguns dos seus críticos, como nos jornais "Beijing News", "Southern Metropolis Daily" e "Public Interest Times", além de "blogs" e fóruns universitários.

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