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01/02/2007 - 07h46

Promotoria não pedirá prisão de ex-ministro da Justiça de Israel

Jerusalém, 1 fev (EFE).- A Promotoria israelense não pedirá a prisão do ex-ministro da Justiça Haim Ramon, declarado culpado de assédio sexual, solicitando apenas a liberdade condicional e uma multa.

A afirmação foi feita por fontes da Promotoria ao jornal "Ha'aretz", três semanas antes de os juízes ditarem a sentença contra o ex-ministro, no próximo dia 21.

Ramon, de 57 anos e membro do partido governante Kadima, foi declarado culpado de assédio sexual nesta quarta-feira por ter beijado a boca de uma soldado, contra sua vontade, em 12 de julho.

A lei israelense estipula uma pena máxima de três anos para esses casos.

Os advogados de Ramon anunciaram que vão recorrer da decisão judicial em instâncias superiores, porque consideram que "há várias questões em aberto".

Ramon alegou durante o processo que o polêmico beijo, que pode custar-lhe a carreira política se a decisão judicial não for cancelada por outra instância judicial, havia sido consentido pela militar. O argumento, no entanto, foi rejeitado pelos juízes.

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