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24/02/2007 - 16h32

Teerã acusa EUA e R.Unido de tentar desestabilizar fronteiras do Irã

Teerã, 24 fev (EFE).- O comandante dos Guardiães da Revolução iraniana, general Yahya Safawi, acusou hoje os "inimigos do Irã, especialmente EUA e Reino Unido", de tentar desestabilizar a fronteira iraniana e de "contratar colaboracionistas" nessas áreas.

Esta acusação foi deita por Safawi depois de sua força militar, fiel ao regime conservador de Teerã, anunciar em comunicado a morte de 17 "colaboracionistas que se opõem à revolução", em um confronto com os Guardiães da Revolução no noroeste do Irã.

"As Forças Armadas iranianas oprimirão com força os movimentos daqueles elementos que se opõem à revolução (islâmica xiita) e dos colaboracionistas", advertiu o general iraniano, segundo a agência de notícias nacional "Irna".

Também advertiu que o Exército de seu país "enfrentará com força e alta capacidade defensiva qualquer agressão estrangeira", em alusão a uma eventual ação militar americana contra o Irã devido aos planos nucleares deste país.

Suas advertências ocorrem depois das manobras que os Guardiães da Revolução realizaram em 16 das 30 províncias do Irã, e nas quais foram testadas várias armas de fabricação nacional, incluindo mísseis.

Os EUA, país que tem várias peças navais militares no Golfo Pérsico, enviou recentemente mais dois porta-aviões à região, o que gerou conjeturas sobre uma possível ação militar contra o Irã.

O ministro de Exteriores iraniano, Manouchehr Mottaki, disse hoje que os EUA "não está em posição que lhe permita criar uma nova crise na zona", enquanto pedia à comunidade internacional para buscar uma solução negociada da disputa nuclear envolvendo seu país.

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