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29/05/2007 - 20h35

Dois guerrilheiros e dois militares morrem em confronto na selva da Colômbia

Bogotá, 29 mai (EFE).- Pelo menos dois guerrilheiros e dois soldados morreram hoje, e outros oito militares ficaram feridos, em duas ações das Forças Armadas da Colômbia contra a guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) no sul do país, disseram militares de Bogotá.

Os choques armados aconteceram nas zonas rurais de Vistahermosa e Cartagena do Chairá, localidades nos departamentos do Meta e do Caquetá, respectivamente.

Na maior ação, dois guerrilheiros e um soldado morreram em combates travados em Laureles, povoado na floresta de Vistahermosa, segundo relatório do Exército. Outro militar ficou ferido.

Os confrontos começaram quando tropas de um batalhão antiguerrilha interceptaram rebeldes da frente 27 das Farc.

A mesma fonte disse que os soldados confiscaram dois fuzis, três granadas e nove provedores de balas.

No segundo caso, um soldado Marinha morreu e mais sete ficaram feridos em uma emboscada de combatentes das Farc quando realizavam uma busca em embarcações no dique fluvial de Cartagena del Chairá.

Os militares formavam a "Força de Tarefa Ômega", que há três anos avança em uma gigantesca operação contra o comando central das Farc nas selvas do sul do país.

Os feridos foram removidos do lugar e transferidos para Bogotá pela Força Aérea colombiana.

Enquanto isso, 90 rebeldes das Farc presos em no nordeste da Colômbia rejeitaram a oferta de libertação condicional que o presidente Álvaro Uribe quer usar para facilitar um acordo com a guerrilha.

Os guerrilheiros estão mantidos em uma prisão de Girón, perto de Bucaramanga. Eles informaram sua decisão em comunicado à imprensa na cidade, capital do Departamento de Santander.

O texto diz que Uribe "pretende desviar a atenção da 'parapolítica' (escândalo de ligações de políticos com paramilitares) e criar um terreno propício para a impunidade entre altos funcionários do Estado".

"A proposta é cínica e distrai a opinião pública", disseram os presos. Eles defenderam a exigência do comando central das Farc de que a troca deve ser negociada e concretizada em uma zona desmilitarizada. Uribe se opõe a esta condição.

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