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11/07/2007 - 02h04

Parlamento Chileno ouve explicações sobre maçã de embaixadora

Santiago do Chile, 10 jul (EFE).- O vice-chanceler do Chile, Alberto Van Klaveren, teve que comparecer nesta terça-feira a uma comissão do Parlamento chileno para explicar o caso da maçã da embaixadora da França.

No dia 4 de dezembro, um cão farejador usado por agentes da Alfândega descobriu uma maçã no bolso da diplomata francesa Elisabeth Beton-Delegue, quando ela cruzava por via terrestre a fronteira entre a Argentina e o Chile.

Os funcionários do Serviço Agrícola e de Criação de Gado (SAG) do Chile insistiram então que ela abrisse toda a sua bagagem. A diplomata se negou, alegando a Convenção de Viena.

Desde então, toda vez que Delegue entra no país, ocorre um incidente com os funcionários do SAG.

Os parlamentares disseram a Van Klaveren que vão elaborar um projeto de acordo para solicitar ao Governo clareza sobre os incidentes e a validade da Convenção de Viena.

O deputado presidente da comissão, Ramón Farías, ressaltou que "todo diplomata deve respeitar as leis do país".

"Não é possível nem tolerável que um diplomata qualquer possa entrar no país com uma fruta que tenha, por exemplo, moscas", acrescentou.

O deputado disse que a comissão poderá enviar um protesto à Chancelaria chilena ou ao Parlamento francês.

Em círculos diplomáticos e políticos chilenos já se brinca que o incidente vai entrar para a história das relações entre Chile e França como o caso de "la pomme" ("a maçã", em francês).

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