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13/08/2007 - 11h06

Uma pessoa é morta por supostos rebeldes muçulmanos no sul da Tailândia

Bangcoc, 13 ago (EFE).- Uma pessoa foi assassinada hoje por supostos membros do movimento separatista muçulmano no sul da Tailândia, região que sofre com um conflito que deixou cerca de 2.600 mortos desde 2004.

Fontes policiais indicaram que a vítima era um vendedor que foi baleado quando conduzia sua caminhonete nas proximidades da aldeia Klowae, na província de Narathiwat.

Os ataques com armas leves, assassinatos e atentados com bomba ocorrem diariamente no sul da Tailândia, apesar do desdobramento de 31 mil membros das forças de segurança e da declaração do estado de emergência.

As áreas mais afetadas são o território composto pelas províncias de Narathiwat, Yala e Pattani, onde reside a maior parte da comunidade muçulmana da Tailândia.

Juntas, as províncias formaram no passado um sultanato.

O ministro da Defesa tailandês, general Boonrawd Somtas, defendeu hoje a lei marcial vigente no sul do país para controlar a violência diária que atinge a região.

Somtas disse acreditar que o conflito no sul melhorará a partir do fim do ano, após as eleições gerais prometidas pelos militares que realizaram um golpe de Estado em 19 de setembro de 2006 para depor o primeiro-ministro Thaksin Shinawatra, acusado de nepotismo e corrupção.

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