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24/03/2008 - 16h30

Assessora de McCain planeja derrubar "governator" na Califórnia

Los Angeles (EUA.), 24 mar (EFE) - A milionária Meg Whitman, membro da campanha presidencial do candidato republicano John McCain, pretende se candidatar para a disputa do Governo da Califórnia, em substituição ao "governator" Arnold Schwarzenegger, informou hoje o jornal "Los Angeles Times".

Whitman, de 51 anos, estuda se apresentar como governadora deste Estado em 2010, quando terminam as duas legislaturas de Schwarzenegger, que não poderia concorrer em uma terceira eleição por restrição legal.

A diretora-executiva da empresa de leilões pela internet eBay conta com o apoio de "influentes" membros do partido republicano, mas, por enquanto, ela prefere evitar se pronunciar sobre o assunto.

"Nunca diga nunca", afirmou Whitman, centrada na campanha de McCain, que hoje inicia uma viagem de três dias pela Califórnia para buscar apoio em sua corrida presidencial.

"No final desta experiência, terá uma idéia muito clara do que significaria para ela uma campanha eleitoral na Califórnia", indicou o assessor republicano Rob Stutzman.

Segundo o jornal, Whitman é muito bem relacionada, tem contatos importantes no Vale do Silício e é conhecida por suas habilidades para obter fundos para financiar a campanha de McCain, que, em fevereiro, arrecadou US$ 11 milhões em doações.

Whitman, originária de Long Island, em Nova York, se estabeleceu na Califórnia em 1980, e colabora com os republicanos como independente.

Ela se incorporou à política ativa no final de 2006 na equipe de Mitt Romney e, depois, foi reivindicada por McCain quando o primeiro se retirou da corrida pela candidatura republicana para as eleições presidenciais de novembro nos Estados Unidos.

Embora mais liberal em temas como o aborto que McCain, Whitman mantém um ponto de vista parecido com o do candidato na maior parte das questões e se mostra muito interessada na situação econômica.

"A alta de impostos deveria ser o último recurso", disse a milionária, que admitiu que votou em Schwarzenegger na Califórnia.

Sobre a Guerra do Iraque, Whitman ressaltou em 2003 que "provavelmente era o que deveria ser feito" e, posteriormente, apoiou a manutenção do desdobramento militar na zona, pois "uma vez que se está ali, é preciso ver se há uma forma de ganhar".

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