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03/02/2009 - 14h48

Filho de refém das Farc deseja sorte à missão humanitária

Villavicencio (Colômbia), 3 fev (EFE).- O filho do ex-governador de Meta Alan Jara, Alan Felipe, que tinha sete anos quando as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) sequestraram o pai, disse hoje à Agência Efe que, quando for libertado, só terá "o impulso de abraçá-lo".

"A verdade é que não sei exatamente o que vou dizer quando me reencontrar com ele, mas estamos com muita alegria", revelou o jovem, antes de se despedir da comissão humanitária que partiu do aeroporto de Villavicencio pouco antes das 8h (11h de Brasília) para buscar seu pai.

Alan Felipe, de 14 anos, afirmou que suportou a situação durante todo este tempo, "acima de tudo", devido ao apoio da mãe, Claudia Rugeles, e por gratidão às pessoas que rodeiam sua família, que "tentaram que não perdesse a esperança".

"Essa esperança não se perdeu nem nunca vai se perder", afirmou, enquanto aguarda que a guerrilha entregue o político à comissão humanitária, formada por representantes da Cruz Vermelha e pela senadora Piedad Córdoba, que viajou em um helicóptero brasileiro ao encontro de Jara.

O filho do governador se dirigiu a Piedad Córdoba, pouco antes de esta partir com os demais integrantes da missão, e disse: "Obrigado, Piedad, e muita sorte".

O adolescente admitiu que ele e sua mãe estão "muito nervosos", porque não sabem como está a saúde de Alan Jara, mas expressou convicção de que "tudo sairá bem".

O ex-governador de Meta foi seqüestrado em 2001 quando viajava em um veículo das Nações Unidas e é, junto ao ex-deputado de Valle del Cauca Sigifredo López, o único político que resta em mãos das Farc.

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