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28/04/2009 - 15h43

Morales convoca "sociedade boliviana" para pacto antiterrorista

La Paz, 28 abr (EFE).- O presidente Evo Morales propôs hoje uma "convocação pública aberta por um pacto antiterrorista a toda a sociedade da Bolívia", que pediu para "se unir contra os 'grupos separatistas' que põem em risco a 'unidade do país'".

Em um posto policial de Santa Cruz, ele chamou "o poder legislativo, o Poder Judiciário, instituições e movimentos sociais a uma reunião de alto nível" contra a "ameaça separatista" que alega ter descoberto em meados de abril na Bolívia.

Segundo ele, a ideia é "debater de maneira conjunta" e "garantir a unidade do país contra os terroristas descobertos em uma operação policial" em Santa Cruz, reduto da oposição autonomista.

O presidente disse que "é obrigação de cada boliviano ajudar na investigação de quem contratou ou financiou a célula terrorista" que afirmava ter planejado um atentado contra ele.

"A investigação não deve ser somente das instâncias correspondentes, como a justiça, mas também do povo responsável com a unidade e a segurança de nossa pátria", disse.

"O Governo não vai a permitir nenhuma divisão do povo boliviano, nenhuma divisão do território nacional", advertiu o presidente.

Há 16 de abril, uma operação policial em um hotel da cidade de Santa Cruz, desarticulou uma suposta quadrilha de mercenários que, segundo o Governo boliviano, preparava a defesa militar da região de Santa Cruz por sua independência.

Na ação policial morreram Eduardo Rózsa-Flores (boliviano com cidadania húngara e croata), Árpád Magyarosi (romeno de origem húngaro) e Dwyer Michael Martin (irlandês), e foram detidos Mario Francisco Tadic Astorga (boliviano com passaporte croata) e Elöd Tóásó (húngaro), que estão em prisão preventiva em La Paz.

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