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23/07/2009 - 12h32

Comissão eleitoral mauritana denuncia "imperfeições", mas mantém resultados

Nuakchott, 23 jul (EFE).- A Comissão Eleitoral Nacional Independente (Ceni) anunciou que detectou "imperfeições" nas eleições presidenciais realizadas no sábado na Mauritânia, mas que estas "não tiveram influência sobre os resultados".

Em comunicado divulgado hoje, a Ceni afirmou que "as operações relativas ao censo eleitoral, à campanha e à apuração se desenvolveram em condições normais e transparentes", em função dos "relatórios das comissões regionais, assim como de comunicações verbais".

Três candidatos da oposição contestaram o resultado das eleições, nas quais a vitória com maioria absoluta foi do general Mohammed Ould Abdelaziz, que, quase um ano antes, tinha assumido o poder no país através de um golpe de Estado.

Os opositores apresentaram na terça-feira um recurso perante o Conselho Constitucional, última instância de decisão do país, que tem um prazo de oito dias para dar um veredicto.

Em seu relatório publicado hoje, a Ceni também lamentou os problemas gerados com a inscrição no censo eleitoral, que impediram alguns cidadãos de votar, o lugar de algumas mesas eleitorais e a falta de formação de certos presidentes de mesa.

Pelo contrário, o organismo de supervisão comemora a "perfeita colaboração da administração, que mostrou neutralidade e vigilância".

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