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04/01/2010 - 17h12

Obama retorna de férias com longa lista de tarefas pendentes

Washington, 4 jan (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, retornou hoje a Washington após férias de 11 dias no Havaí, interrompidas várias vezes e após as quais terá que retomar uma agenda repleta de assuntos pendentes.

Obama chega a uma capital mudada pela recente fracassada tentativa de atentado contra um avião da companhia aérea Northwest, quando sobrevoava a cidade de Detroit (Michigan) no Natal.

O incidente motivou a abertura de um processo para revisar a política de listas de suspeitos de terrorismo e os sistemas de segurança em aeroportos.

O assunto é um dos previstos para ser analisado pelo presidente amanhã em reunião com seus principais assessores. Nela, se buscará determinar que erros permitiram a viagem de um suposto terrorista no voo do dia 25 de dezembro.

Obama terá que começar também a trabalhar no discurso sobre o Estado da União, marcado para janeiro, acabar sua proposta orçamentária e ajudar em um compromisso entre as versões de projeto de lei de reforma de saúde da Câmara de Representantes e do Senado.

Não é de estranhar que no domingo, no final de uma visita com a primeira-dama e suas filhas, Malia e Sasha, ao zoológico de Honolulu (Havaí), Obama tenha dito que "não" estava pronto para retornar à Casa Branca.

"Vamos ficar", propôs Michelle Obama, que brincou dizendo estar preparando "um golpe de Estado" para prolongar as férias do marido.

O porta-voz presidencial Bill Burton deixou claro hoje que Obama não terá tempo para se aborrecer.

"O certo é que quando você é presidente dos EUA se espera que faça muitas coisas ao mesmo tempo", respondeu Burton perante a pergunta da imprensa de se Obama teria tempo para ser concentrar na economia perante os problemas de segurança nacional.

"Podem antecipar que vai haver um grande esforço para que os americanos recuperem seus trabalhos, para conseguir que a economia seja o mais forte possível", apontou.

Segundo ele, a isso se somará o acompanhamento de temas que ficaram abertos no final de 2009, como a reforma nos setores de saúde e financeiro, além das situações em Iêmen, Irã, Coreia do Norte e Paquistão.

Burton destacou que tanto o presidente como seus assessores estão prontos para trabalhar após o relativo descanso de fim de ano.

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