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15/01/2010 - 14h19

Obama agradece presidente dominicano por ajuda no Haiti

Washington, 15 jan (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, agradeceu ao líder dominicano, Leonel Fernández, a ajuda prestada no Haiti para retirar americanos e facilitar o envio de provisões ao país atingido pelo terremoto, informou hoje a Casa Branca.

Obama expressou sua gratidão em uma conversa por telefone na quinta-feira, por volta das 21h (23h de Brasília), sobre a qual o Governo dominicano também ofereceu informações, em comunicado.

O presidente americano agradeceu "a função que a República Dominicana desempenhou em facilitar a evacuação de cidadãos americanos", afirmou a Casa Branca, em nota à imprensa.

Também agradeceu por favorecer "o fluxo de equipamento de socorro e provisões ao Haiti através da República Dominicana".

Fernández ofereceu a Obama sua análise da situação no Haiti, após ter visitado Porto Príncipe na quinta-feira, disse a Casa Branca.

Segundo a declaração do Governo dominicano, Fernández e Obama concordaram na necessidade de aplicar um plano de recuperação no país caribenho a médio e longo prazo.

Fernández ofereceu que a República Dominicana sirva de ponte para canalizar a ajuda ao Haiti, devido aos problemas operacionais no porto e no aeroporto de Porto Príncipe, por causa dos danos causados pelo tremor.

O terremoto de 7 graus na escala Richter aconteceu às 19h53 de Brasília da terça-feira e teve epicentro a 15 quilômetros de Porto Príncipe, a capital do país. A Cruz Vermelha do Haiti estima que o número de mortos ficará entre 45 mil e 50 mil.

Na quarta-feira, o primeiro-ministro do país, Jean Max Bellerive, havia falado de "centenas de milhares" de mortos.

O Exército brasileiro confirmou que pelo menos 14 militares do país que participam da Minustah morreram em consequência do terremoto.

A brasileira Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, ligada à Igreja Católica, também morreu no tremor.

Diferente dos dados do Exército, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, aumentou hoje o número de mortos para 17 - considerando as mortes de Luiz Carlos da Costa, funcionário da ONU, e de outro brasileiro que não identificou -, segundo informações da "Agência Brasil".

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