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17/02/2010 - 23h24

Justiça do Haiti libera oito dos dez missionários americanos detidos

Porto Príncipe, 17 fev (EFE).- Oito dos dez missionários americanos acusados no Haiti de tentar tirar 33 menores ilegalmente do país foram liberados hoje por decisão do juiz Bernard Saint-Vil, que investiga o caso.

No entanto, o juiz determinou que a responsável pelo grupo, Laura Silsby, permanecerá na prisão, assim como sua colega Anne Coulter Chalrisa, que foi transferida para um centro médico da capital haitiana, pois sofre de uma doença ainda não diagnosticada.

Os missionários deixaram a delegacia sem dar declarações. Um dos advogados dos americanos disse à agência Efe que "eles podem deixar o país livremente, sem problemas". No entanto, fontes judiciais duvidaram dessa possibilidade, por se tratar de um caso que ainda está tramitando na justiça.

O grupo, composto por cinco homens e cinco mulheres pertencentes à organização batista "Refúgio de Crianças Nova Vida", foi detido no final de janeiro, quando tentava entrar na República Dominicana em um ônibus com os menores, com idades entre dois e 12 anos para, supostamente, oferecer-lhes uma vida melhor, longe do caos de seu país após terremoto de 12 de janeiro.

Segundo o advogado, o grupo estava no Haiti em missão humanitária, e "a investigação vai prosseguir para que o juiz interrogue a responsável pelo grupo, Laura Silsby, para saber por que eles estavam no Haiti antes do terremoto", e assim que os motivos forem esclarecidos, ela e sua colega serão liberadas.

Ainda de acordo com o advogado, ficou claro durante a investigação que os pais entregaram suas crianças ao grupo de maneira voluntária, pois esperavam que teriam um futuro melhor.

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