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20/02/2010 - 08h45

Alemanha engrossa lista dos que suspeitam de Israel em "caso Mabhuh"

Berlim, 20 fev (EFE).- A inteligência alemã acredita que o assassinato do líder do Hamas Mahmoud al-Mabhuh, em Dubai, foi cometido pela unidade Kidon do serviço secreto israelense (Mossad), encarregada de sequestros e aniquilações, segundo a revista "Der Spiegel".

A espionagem alemã também acha que um passaporte autêntico do país foi usado por um dos assassinos, que também teriam recorrido a documentos falsos de outras nações europeia para cometer o crime.

O passaporte alemão em questão foi expedido em meados de 2009, na cidade de Colônia, a um israelense chamado Michael Bodenheimer.

Na ocasião, o israelense alegou ter raízes alemãs. Como prova, apresentou o "Livro de Família" dos pais, supostamente perseguidos pelos nazistas na Segunda Guerra Mundial.

O documento foi entregue pelo Registro Civil de Colônia em 18 de junho. Em 19 de janeiro deste ano, o mesmo passaporte foi usado por um suposto membro do Mossad para entrar em Dubai.

Segundo informações da "Der Spiegel", no endereço que consta no Registro Civil de Colônia como sendo de Michael Bodenheimer não vive ninguém com esse nome, motivo pela qual a Promotoria local abriu uma investigação.

As pistas sobre Bodenheimer se perdem, de acordo com a publicação, na cidade israelense de Herzliya, onde, aparentemente, o suspeito viveu até junho do ano passado.

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