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06/03/2010 - 13h36

Atirador do Pentágono tinha problemas mentais, admitem familiares

Washington, 6 mar (EFE).- John Bedell, o homem que na quinta-feira atacou guardas do Pentágono e morreu baleado, tinha problemas mentais que preocupavam os familiares, informou hoje a imprensa.

"Talvez jamais saberemos por que ele tomou esta terrível decisão", declarou a família Bedell. "Mas uma coisa é certa: suas ações foram causadas por uma doença, e não por uma falha de caráter", acrescentaram os parentes.

Na quinta-feira à tarde, John, de 36 anos, estacionou seu Toyota 1998 em um shopping de Pentagon City, caminhou até a estação do metrô próxima à sede do Departamento de Defesa e começou a atirar contra alguns guardas.

Três agentes responderam aos disparos e atingiram o homem. Dois guardas ficaram feridos e John morreu pouco depois, no Hospital George Washington.

Os investigadores apuraram que, oito semanas antes do ataque, o atirador cruzou o país de carro. Já os registros policiais e os depoimentos colhidos pela Polícia revelaram que, nos últimos anos, John dava crescentes sinais de que estava sofrendo de transtornos mentais.

O incidente também teve características semelhantes com outros ocorridos recentemente: algumas mensagens na internet atribuídas a John indicam que ele tinha algum problema com o Governo dos Estados Unidos.

Além disso, no ano passado, um indivíduo atirou contra guardas do Museu do Holocausto, em Washington. Já em fevereiro, um homem jogou um pequeno avião contra um edifício do Fisco.

"Embora as circunstâncias sejam diferentes, todos foram atos de fúria de homens que culpam por seus revezes pessoais aquilo que percebem como forças sinistras dentro do Governo", escreveu o jornal "The Washington Post".

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