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18/03/2010 - 16h30

Negros são 'convidados' a deixar filial do Walmart nos EUA

Nova York, 18 mar (EFE).- A rede varejista Walmart se envolveu em mais uma polêmica de cunho racial depois que, no último domingo, um homem não identificado usou o sistema de som de uma loja do estado americano de Nova Jersey para pedir que "todas as pessoas negras" deixassem o local.

Segundo o jornal "Daily News", de Nova York, após o ocorrido, o gerente da loja pediu desculpas por meio do sistema de som e chamou a Polícia local para que buscassem a pessoa que cometeu o ato racista.

A direção do Walmart classificou o fato como "inaceitável", de acordo com a publicação.

A rede varejista já foi acusada de racismo em outras ocasiões. A mais recente delas faz uma semana, quando foram publicadas fotos na internet as quais mostravam que uma de suas lojas no estado americano da Louisiana vendia as bonecas Barbie negras pela metade do preço das brancas.

Neste caso, os responsáveis pelo Walmart asseguraram que se tratava de uma "decisão comercial" que tinha como objetivo aumentar a venda das Barbies negras já que, até esse momento, pouca gente as comprava e precisavam esvaziar o armazém para dar lugar a novo material, informou a rede de televisão "CNN".

Em fevereiro de 2009, a empresa foi condenada a pagar US$ 17,5 milhões a dois motoristas de caminhão que tinham acusado a companhia de discriminação racial.

Além disso, a comissão americana para a igualdade de oportunidades trabalhistas processou a companhia em 2009 porque empregados latinos se queixaram de terem sido insultados por parte de seus companheiros em uma loja do clube de compras Sam's Club, controlado pelo Walmart, segundo o portal "Gothamist", de Nova York.

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