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07/04/2010 - 14h11

EUA divulgam estudo sobre legalização de imigrantes e situação trabalhista

Los Angeles (EUA.), 7 abr (EFE).- A legalização dos imigrantes ilegais não produzirá, pelo menos no curto prazo, uma melhora substancial em suas oportunidades de emprego, um aumento de sua renda ou uma maior competitividade em comparação com os trabalhadores nascidos nos Estados Unidos, segundo um relatório.

Os imigrantes com poucas qualificações poderão desempenhar algumas funções, mas não obterão mudanças significativas de salário por seu trabalho, assegura um estudo divulgado ontem pelo Instituto de Política Pública da Califórnia (PPIC, na sigla em inglês).

"Um programa de legalização não tende a gerar mudanças significativas no mercado de trabalho", destacou Laura Hill, uma das pesquisadoras do PPIC.

"Não esperaríamos que isso afetasse significativamente as projeções de emprego dos trabalhadores de baixa qualificação no curto prazo, sejam imigrantes ou nascidos no país", acrescentou Laura.

O relatório analisou os resultados da enquete realizada com 4.500 imigrantes legalizadas, junto com os resultados da Lei de Reforma e Controle de Imigração de 1986, fazendo projeções sobre uma possível legalização atual.

Dos cerca de 3 milhões de imigrantes legalizados em 1986, os estudos mostraram que as perspectivas ocupacionais e de emprego melhoraram para eles no início de 1990, aproximadamente quatro anos depois de terem regularizado sua situação, e não imediatamente.

A análise atribui estas melhoras posteriores a uma maior capacitação e um melhor domínio do inglês, entre outros, e não como resultado imediato do novo status legal.

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