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25/04/2010 - 04h17

Colégios eleitorais abrem para eleições presidenciais na Áustria

  • Candidata presidencial da ultradireita Barbara Rosenkranz deposita seu voto na urna de um colégio eleitoral na Áustria

    Candidata presidencial da ultradireita Barbara Rosenkranz deposita seu voto na urna de um colégio eleitoral na Áustria

Viena, 25 abr (EFE).- Os colégios eleitorais da Áustria abriram hoje suas portas para os 6,36 milhões de austríacos convocados a escolher hoje seu presidente por um mandato de seis anos.

As pesquisas dão por segura a reeleição do atual chefe de Estado, Heinz Fischer, com cerca de 80% dos votos.

A maioria dos colégios eleitorais permanecerá aberta por dez horas, desde às 7h até às 17h (horário local).

Em algumas pequenas localidades o horário é menor, enquanto três colégios abriram umas duas horas antes.

Fischer, um político social-democrata de 72 anos, espera que uma maioria arrasadora premie sua gestão na chefia do Estado nos últimos seis anos, marcada por seu estilo moderado, respeitoso das instituições e inclinado à busca do consenso.


Seus únicos dois rivais, a deputada ultranacionalista Barbara Rosenkranz e o católico conservador Rudolf Gehring, estão longe de significar um sério desafio para o chefe do Estado.

Mas no caso de Barbara, de 51 anos e mãe de dez filhos, a votação refletirá quantos austríacos são conquistáveis com um discurso nacionalista e de uma ambígua nostalgia do nazismo.

A deputada lançada pelo opositor e ultranacionalista Partido Liberal deve ficar com cerca de 15% dos votos.

Menos ainda, com no máximo 6%, obteria Gehring, um aposentado de 61 anos praticamente desconhecido, que se reconhece como "católico fundamentalista", com posturas contra o aborto e a homossexualidade.

Diante da pouca possibilidade de ganhar do presidente interino, tanto o Partido Popular, parceiro dos social-democratas na coalizão governante, como os ecologistas opositores ("Verdes") desistiram de apresentar um candidato próprio, o que abre ainda mais o caminho à reeleição de Fischer.

Assim, de acordo com os institutos de pesquisas, o único que pode obscurecer sua vitória seria uma baixa participação nas urnas.

 

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