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03/05/2010 - 16h43

Atriz Lynn Redgrave morre aos 67 anos

Los Angeles (EUA), 3 mai (EFE).- A britânica Lynn Redgrave, conhecida por seus trabalhos no teatro e por ser membro de uma das dinastias de atores mais renomadas, faleceu na madrugada em Connecticut aos 67 anos após uma longa luta contra o câncer.

A notícia foi divulgada hoje por seu agente, Rick Miramontez, com em um comunicado escrito pelos filhos da intérprete: Ben, Pema e Annabel.

"Nossa querida mãe morreu em paz após uma batalha de sete anos contra o câncer de mama", explicaram na nota. "Viveu, amou e trabalhou mais duro que nunca (nesse tempo). As inesgotáveis lembranças que criou como mãe, avó, roteirista, atriz e amiga ficarão entre nós para sempre".

Sua morte chega um ano depois da morte de Natasha Richardson, sua sobrinha de 45 anos, em um acidente de esqui, e apenas um mês depois de seu irmão mais velho, Corin, de 70 anos.

Ela nunca obteve o reconhecimento popular de sua irmã Vanessa Redgrave, mas recebeu indicações ao Oscar por "Georgy, a Feiticeira" (1966) e "Deuses e Monstros" (1998).

Também apareceu em títulos como "Shine - Brilhante" (1996), "Peter Pan" (2003) e "Delírios de Consumo de Becky Bloom" (2009).

No teatro estreou na Broadway em 1972 com "Black Comedy" e conseguiu indicações aos prêmios Tony por "Mrs. Warren's Profession", "Shakespeare for My Father" e "The Constant Wife".

Nos últimos anos apareceu em séries de televisão como "Ugly Betty", "Law & Order" e "Desperate Housewives".

Redgrave, filha de Michael Redgrave e Rachel Kempson, nasceu em Londres em 1943. Estreou profissionalmente antes de completar 20 anos na produção de "Sonhos de uma Noite de Verão", baseada na obra de Shakespeare.

Nessa época trabalhou em obras de teatro junto a Noel Coward e Laurence Olivier como membro do Teatro Nacional.

Um de seus primeiros trabalhos no cinema foi "As Aventuras de Tom Jones" (1963), dirigido por seu cunhado Tony Richardson, marido de Vanessa Redgrave.

Sempre aberta em seus encontros com a imprensa, admitiu que sofreu bulimia durante anos e não duvidou em se transformar em porta-voz da organização "Weight Watchers".

Junto a sua filha Annabel Clark publicou em 2004 um livro sobre sua luta frente ao câncer, chamado "Journal: A Mother and Daughter's Recovery From Breast Câncer".

Redgrave se casou com o ator e diretor John Clark em 1967 e tiveram três filhos. O casamento terminou em dezembro de 2000.

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