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27/05/2010 - 16h51 / Atualizada 27/05/2010 - 17h13

Após 15 anos, americana 'terrorista' deixa prisão peruana

Lima, 27 mai (EFE).- A americana Lori Berenson, que já cumpriu 15 dos 20 anos de prisão a que foi condenada por terrorismo, deixou hoje a penitenciária de Chorrillos, em Lima, em liberdade condicional.

Lori, que teve um filho na prisão, foi recebida pelos pais ao ser solta. Nos cinco anos restantes de pena, ela continuará vivendo na capital peruana.

Os pais da americana, que lideraram uma campanha nos Estados Unidos por sua libertação, haviam visitado mais cedo a casa que será ocupada pela filha e chegaram a ser hostilizados por vizinhos.

A libertação de Lori contou com a oposição de vários membros do Governo peruano. O ministro da Justiça, Víctor García Toma, sugeriu como solução comutar parte da pena e expulsá-la do país, proposta que ainda deve ser estudada.

Ao decidir pela soltura, a juíza responsável pelo caso lembrou que a americana contava com relatórios positivos na prisão, teve boa conduta e não tinha mais nada pendente com a Justiça, além de seus anos de militância no Movimento Revolucionário Tupac Amaru (MRTA).

O MRTA foi um dos dois grupos que, junto ao Sendero Luminoso, atuou no país nos anos 1980 e 1990. O movimento abandonou totalmente a luta armada.

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