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31/05/2010 - 04h50 / Atualizada 31/05/2010 - 05h49

Irmãos Muçulmanos pedem a países árabes corte de relações com Israel

Cairo, 31 mai (EFE).- O grupo dos Irmãos Muçulmanos no Egito condenou hoje o ataque israelense à "Frota da Liberdade" que transportava ajuda humanitária para a Faixa de Gaza e pediu aos países árabes que cortem suas relações com os "sionistas".

Este movimento islâmico, que qualificou em comunicado a operação israelense de "criminosa", pediu aos povos árabes que mostrem seu desagrado e pressionem seus Governos para que evitem que os israelenses lancem este tipo de ataques "desumanos".

Segundo a televisão israelense "Canal 10", pelo menos 14 pessoas morreram esta madrugada e dezenas ficaram feridas no ataque militar contra a frota, composta por seis navios com mais de 750 pessoas a bordo.

"Pedimos aos Governos árabes e muçulmanos, sobretudo ao Egito, que se movimentem de uma maneira rápida e eficaz para proibir o assassinato dos inocentes", indicou a organização, que solicitou, também a expulsão os embaixadores israelenses dos países que têm relações com o Estado judeu.

Egito e Jordânia, que assinaram a paz com Israel em 1979 e 1994 respectivamente, mantêm plenas relações diplomáticas com Israel.

Além disso, os Irmãos Muçulmanos, que mantêm estreitos vínculos com o grupo palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza, pedem à abertura "imediata" da passagem fronteiriça de Rafah, que une Egito com Gaza, e considerou que seu fechamento causou os incidentes de hoje.

Além disso, responsabiliza a ONU, que segundo o grupo, pode levar a uma guerra mundial, devido à falta de sanções contra Israel.

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