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12/06/2010 - 17h44 / Atualizada 12/06/2010 - 17h48

Premiê britânico visitará EUA em 20 de julho

Londres, 12 jun (EFE).- O primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, realizará no dia 20 de julho sua primeira visita oficial aos Estados Unidos, onde se reunirá com o presidente americano, Barack Obama, informou hoje o escritório do líder britânico.

Segundo o gabinete, a visita foi confirmada depois da conversa telefônica de hoje entre os dois líderes, que falaram principalmente sobre o vazamento de petróleo no Golfo do México.

O escritório afirmou que a conversa foi "cálida e construtiva" e que o primeiro-ministro britânico ressaltou a importância para as economias do Reino Unido e dos EUA da empresa British Petroleum (BP), proprietária da plataforma petrolífera que explodiu e deu origem ao vazamento.

Londres ressaltou que foi um telefonema "de rotina" e que, em nenhum caso, tratou-se de um contato de emergência para diminuir a tensão que surgiu entre setores dos dois países pela catástrofe ecológica no litoral sul dos EUA.

De acordo com o escritório, Cameron e Obama também debateram sobre a situação no Afeganistão e no Irã e sobre a próxima cúpula do Grupo dos 20 (G20, bloco de países ricos e emergentes), que será realizada no Canadá.

"O primeiro-ministro expressou tristeza pela atual catástrofe humana e ambiental na Louisiana", indicou o escritório do primeiro-ministro em comunicado divulgado após a conversa.

"O presidente e o primeiro-ministro concordaram que a BP deve continuar, como se comprometeu, a trabalhar com intensidade para garantir que sejam tomados todos os passos razoáveis da maneira mais rápida possível para enfrentar as consequências dessa catástrofe", acrescentou a nota oficial.

Segundo o comunicado, Obama disse ao primeiro-ministro que considera a britânica BP "uma empresa multinacional global" e que "as frustrações geradas pelo vazamento de petróleo não têm nada a ver com a identidade nacional".

O vazamento de óleo no Golfo do México começou no dia 22 de abril, quando uma plataforma petrolífera da BP afundou no mar, dois dias após explodir e causar a morte de 11 trabalhadores, deixando aberto um poço de petróleo no fundo do mar.

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