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26/06/2010 - 11h36 / Atualizada 26/06/2010 - 11h42

Obama insiste em aprovação da reforma financeira pelo Congresso

Washington, 26 jun (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, insistiu hoje que o Congresso precisa aprovar a maior reforma financeira desde a Grande Depressão, e defendeu a imposição de uma cota aos bancos que se beneficiaram do plano federal de resgate.

"Ainda tentamos sair de uma crise econômica que ocorreu principalmente porque não havia uma supervisão suficientemente forte de Wall Street. Não podemos construir uma economia forte nos EUA a longo prazo sem pôr fim ao status quo e firmar os alicerces para o crescimento e a prosperidade", disse Obama no discurso por rádio que faz aos sábados.

O presidente gravou a mensagem antes de viajar à cidade canadense de Toronto para participar, junto a outros líderes mundiais, das cúpulas do Grupo dos Oito (G8, países mais ricos e Rússia) e do Grupo dos Vinte (G20, países mais ricos e principais emergentes).

"Espero que possamos avançar nos progressos conseguidos nas cúpulas do G20 do ano passado, ao coordenar nossos esforços por uma reforma financeira global", disse.

Segundo Obama, o acordo alcançado na sexta-feira pelo Congresso dará mais transparência ao ambiente financeiro do país, sobretudo no complexo mercado de derivativos, que movimenta US$ 600 trilhões, e aumentará a proteção aos consumidores.

O acordo sobre a reforma supõe uma grande vitória para Obama, que quer demonstrar em Toronto que os EUA fazem algo de concreto para evitar as crises financeiras com impacto global.

A reforma, na qual o Congresso trabalhou um ano, afetará uma ampla gama de transações financeiras, desde as compras com cartão de crédito até as operações mais complexas com títulos e ações em Wall Street.

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