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27/06/2010 - 13h08 / Atualizada 27/06/2010 - 13h10

G20 dá liberdade a países para estabelecer taxação bancária

Toronto (Canadá), 27 jun (EFE).- O Grupo dos Vinte (G20, países mais ricos e principais emergentes) considera que o setor bancário deve pagar pelo custo que os Governos têm quando saem a seu resgate, mas dá liberdade aos membros para que estabeleçam uma taxa com esse fim.

De acordo com uma minuta da declaração final, o G20 reconhece que existem diferentes formas de fazer com que os bancos "contribuam de maneira justa e substancial" com seu próprio resgate, e afirma que uma delas, embora não seja a única, é o polêmico imposto bancário.

A taxa, que já foi estabelecida por alguns países, era um dos pontos de maior divergência do G20, pela dura oposição mostrada pelos países emergentes e também pelo Canadá, anfitrião do encontro.

Em geral, as nações em desenvolvimento argumentavam que seus sistemas bancários não tinham sido o foco da grave crise internacional registrada em 2008 e 2009, e que, portanto, não teriam que pagar por um resgate que não ocorreu.

O comunicado final do G20, reunido desde ontem em Toronto, diminuiu as diferenças deixando a cada país a possibilidade de abordar suas próprias medidas, desde que os contribuintes fiquem protegidos, se permita "reduzir os riscos do sistema financeiro" e não se provoque "restrições no crédito".

No entanto, deixa claro que o setor financeiro "deve fazer uma contribuição justa e substancial para pagar a carga associada às intervenções dos Governos".

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