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04/07/2010 - 00h04 / Atualizada 04/07/2010 - 01h15

Governo venezuelano diz que salvadorenho pretendia desestabilizar eleições

Caracas, 3 jul (EFE).- O salvadorenho Francisco Chávez Abarca, detido no dia 1º de julho quando tentava entrar na Venezuela, pretendia "iniciar uma fase de atentados" para desestabilizar o processo eleitoral das legislativas de setembro, disse neste sábado o ministro de Interior venezuelano, Tareq El Aissami.

Em um discurso televisado, Aissami afirmou que o próprio cidadão salvadorenho, cuja detenção foi anunciada na sexta-feira pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez, revelou qual era seu objetivo.

"Segundo suas declarações, sua presença obedece a iniciar uma fase de atentados para provocar fatos de violência e desestabilização contra o processo eleitoral do dia 26 de setembro", data das eleições legislativas venezuelanas, disse o ministro.

"Já haveria contatado grupos fascistas da contra-revolução", acrescentou, antes de ressaltar que o detido "está apresentando uma valiosa informação de interesse que permitirá esclarecer incógnitas".

Aissami acrescentou que está sendo realizada uma investigação para descobrir "quem financia o terrorismo na Venezuela; quem o pagou (...) quais são os grupos de contra-revolução...".

"Setores da oligarquia, a burguesia apátrida reavivaram suas intenções de assassinar o Presidente da República", afirmou o ministro, antes de acrescentar que as instituições estão "alertas para garantir a paz do país".

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