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05/07/2010 - 15h57 / Atualizada 05/07/2010 - 16h15

Argentina diz que "não há segredos" em relações com Venezuela

Buenos Aires, 5 jul (EFE).- O chanceler argentino, Héctor Timerman, afirmou hoje que "não há segredos" nas relações com a Venezuela e voltou a negar a existência de "uma embaixada paralela" no vínculo comercial com o país caribenho, tal como denuncia a oposição.

"Não pode haver embaixadas paralelas, até porque não são necessárias. E não houve nenhuma viagem de nenhum funcionário ou Ministério que não tenha sido previamente autorizada pelo Poder Executivo", assegurou Timerman à imprensa.

O chanceler respondeu às informações publicadas nos meios de comunicação locais que afirmavam que um colaborador próximo do ministro do Planejamento, Julio De Vido, realizou "gestões paralelas" à embaixada argentina na Venezuela para a concretização de operações comerciais com esse país.

As informações foram divulgadas em meio à polêmica surgida na Argentina sobre o suposto pagamento de subornos de empresários locais para a exportação de produtos à Venezuela.

O Ministério do Planejamento negou ontem em comunicado que o colaborador José María Olazagasti tenha realizado atividades "paralelas" nas operações com a Venezuela.

Segundo o jornal "La Nación", um relatório do subsecretário de integração econômica e Mercosul da Chancelaria argentina, Eduardo Sigal, confirma que De Vido e seu círculo mais próximo de colaboradores mantêm em operação uma "embaixada paralela" na Venezuela.

Timerman negou hoje que haja irregularidades, mas confirmou "a insatisfação de duas empresas" por não terem sido incluídas em uma das reuniões da rodada de negociações pelo programa de reconversão elétrica na Venezuela.

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