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05/07/2010 - 15h28 / Atualizada 05/07/2010 - 16h15

Bolívia se diz perto de acordo com EUA para superar crise

La Paz, 5 jul (EFE).- O Governo Evo Morales anunciou hoje que a redação do acordo que a Bolívia negocia com os Estados Unidos, para superar a crise diplomática iniciada em 2008, está "quase terminada" para ser assinada.

Segundo o chanceler boliviano, David Choquehuanca, espera-se um contato dos EUA sobre o avanço conseguido no acordo.

"Já temos, não digo terminado, mas quase terminado o novo acordo marco. Temos ele quase pronto, está em consulta (nos EUA) e já entrarão em contato", disse Choquehuanca.

O diálogo entre a Chancelaria e a embaixada americana sobre o convênio teve obstáculos pela recente ameaça de Morales de expulsar a agência dos EUA para o desenvolvimento internacional (Usaid), ao considerá-la responsável por uma manifestação de indígenas contra o Governo.

Os indígenas declararam no domingo uma pausa na marcha, que começou em 21 de junho no departamento (estado) amazônico de Beni e segue em direção a La Paz. As queixas são pela transferência de recursos econômicos e terras.

O acordo aponta para pôr fim à crise diplomática iniciada em setembro de 2008, quando Morales expulsou o embaixador Philip Goldberg, e dois meses depois fez o mesmo com a agência americana antidroga (DEA).

Os EUA responderam com a expulsão do embaixador Gustavo Guzmán e a suspensão para a Bolívia dos benefícios da lei de preferências tarifárias andinas e erradicação de drogas (ATPDEA).

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