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25/07/2010 - 13h09

Instabilidade da Somália centra Cúpula da União Africana

Campala, 25 jul (EFE).- A instabilidade na Somália, onde os rebeldes radicais islâmicos de al-Shabab vinculados à Al Qaeda assumiram o controle de grande parte do país no último ano, centrou a atenção dos líderes que se reuniram hoje na cúpula da União Africana que ocorre hoje em Uganda.

Mais de 40 chefes de Estado do continente africano assistiram à reunião, cujo anfitrião, o presidente de Uganda, Yoweri Museveni, assegurou que após o atentado perpetrado pelo al-Shabab em Campala em 11 de julho, no qual morreram mais de 70 pessoas, Somália se transformou em um problema de todos.

"A instabilidade da Somália é o problema de todo o continente africano porque os insurgentes estão atacando aos soldados da força de paz da União Africana", afirmou Museveni.

"Os terroristas devem ser expulsos da África", acrescentou o presidente ugandense, quem descreveu aos rebeldes como "colonialismo através do terrorismo".

Uganda, que junto com o Burundi apresenta as forças da atual Missão de Paz da União Africana na Somália (Amisom), afirmou que mandará mais soldados se outros países não o fizerem, e Guiné se comprometeu na sexta-feira a enviar um batalhão à Somália, segundo o secretário da Comissão da UA, Jean Ping.

O procurador-geral americano, Eric Holder, descreveu os ataques sofridos em Campala como "simples atos de covardia", e afirmou que uma África mais forte significa uma América mais forte.

Holder assegurou aos presentes à XV Cúpula da União Africana que os Estados Unidos colaborariam na busca dos culpados do atentado e na luta pela estabilização da Somália.

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