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26/07/2010 - 14h28

Polícia mata 8 supostos maoístas e um membro das forças especiais na Índia

(Atualiza com um segundo combate e com o aumento no número de mortos) Nova Délhi, 26 jul (EFE).- As forças de segurança indianas mataram nesta segunda-feira oito supostos guerrilheiros maoístas, entre eles um líder insurgente, e um membro das forças especiais indianas em confronto numa área florestal do estado de Bengala Ocidental, informaram fontes policiais.

O combate mais importante, que durou horas, ocorreu na região de Golatore, no distrito de Midnapore Ocidental, para onde se dirigiram as forças especiais da Polícia após receberem informações sobre a presença de guerrilheiros, segundo as fontes, citadas pelas agências "Ians" e "PTI".

Após o enfrentamento, as forças resgataram os corpos de seis supostos maoístas, um dos quais foi identificado como Sidhu Soren, um dos comandantes da guerrilha nesse estado indiano, de acordo com a fonte da "PTI".

Além disso, um membro das forças especiais SAF, que lutam contra os maoístas, morreu vítima dos ferimentos sofridos durante o combate quando era transportado para um hospital.

O outro confronto aconteceu no vizinho estado de Jharkhand, onde dois supostos maoístas perderam suas vidas durante um combate de várias horas contra centenas de soldados das forças de segurança, segundo fontes oficiais.

"Dois maoístas, um deles uma mulher, morreram, um acampamento ficou destruído e os maoístas levaram os cadáveres", disse à "Ians" o inspetor geral de Polícia M. P. Natanael.

O combate começou no domingo no distrito de Kunthi, onde as forças de segurança mataram insurgentes no dia 16 de junho.

Os maoístas indianos têm seu raio de ação no chamado "cinto vermelho", uma faixa do centro e leste da Índia onde mantêm numerosos campos de treinamento e buscam o apoio do campesinato para implantar uma revolução agrária.

Considerados pelo Governo como a principal ameaça interna para a segurança do país, os maoístas multiplicaram suas ações nos últimos meses, com golpes sangrentos contra as forças de segurança.

No fim de maio, 150 pessoas morreram em um acidente do trem Calcutá-Mumbai que as autoridades de Bengala atribuíram a uma sabotagem da guerrilha - que, por sua vez, desmentiu. Depois desse ocorrido, foram registradas várias operações antimaoístas como a de hoje.

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