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15/08/2010 - 18h20

Portugal segue com 23 incêndios, o mais grave em um parque natural

Lisboa, 15 ago (EFE).- Portugal continuava lutando hoje contra 23 incêndios, o mais grave no parque natural de Peneda-Gerés, em um dia no qual as autoridades registraram uma diminuição nos focos, que castigaram severamente o norte do país durante a semana passada.

A Autoridade Nacional de Defesa Civil (ANPC) portuguesa destacou a existência de oito incêndios relevantes, entre eles o declarado em Peneda-Gerés, espaço protegido que faz fronteira com a Galícia.

O incêndio de Mezio-Travanca, em Arcos de Valdevez, distrito de Viana do Castelo, empregava 220 soldados e dois aviões para sufocar as chamas ativas há cinco dias.

Outros dos focos de incêndios preocupantes que estavam ativos se situavam nas localidades nortistas de Amarante, em Oporto, e Vale de Cambra, em Aveiro.

Ambos eram combatidos por quase 200 soldados, apoiados por cerca de 50 veículos e vários helicópteros.

Após uma semana dura de incêndios, a situação melhorou ligeiramente - o calor diminuiu -, embora as autoridades continuem em estado de alerta, sobretudo pelo vento, que dificultou a extinção de vários focos.

As últimas estimativas elevavam a superfície queimada durante este ano em Portugal para mais de 74 mil hectares, dos quais 58 mil corresponderam a agosto.

No entanto, estes dados ainda estão longe dos números trágicos de 2003 e 2005, anos que terminaram com um saldo de mais de 300 mil hectares afetados pelas chamas.

Os incêndios, atribuídos em sua maioria à ação do homem, provocaram a morte de três bombeiros, a evacuação temporária de aldeias e o bloqueio de estradas.

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