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16/08/2010 - 18h47

EUA se esquivam de falar sobre flexibilização da política com Cuba

Washington, 16 ago (EFE).- O Governo dos Estados Unidos evitou se pronunciar hoje sobre os pedidos para que a Casa Branca responda às libertações de presos políticos em Cuba com uma flexibilização da política em relação ao país.

"Continuaremos buscando políticas que avancem no interesse nacional dos EUA e apoiamos o desejo do povo cubano de determinar livremente o futuro de seu país", disse hoje à Agência Efe Mike Hammer, porta-voz do Conselho Nacional de Segurança da Casa Branca.

No entanto, a Casa Branca não confirmou ou negou informações que apontam para uma possível flexibilização das regras de viagens para Cuba, em particular as de caráter cultural ou acadêmico.

Diversos grupos civis, empresariais e acadêmicos pediram nos últimos dias ao presidente americano, Barack Obama, que responda ao gesto do Governo cubano, que iniciou a libertação de 52 presos políticos.

"O Governo de Havana já libertou vários presos políticos e pensa em libertar outros. Se o Governo dos EUA flexibilizar as viagens, seria um passo relativamente pequeno", disse hoje à Efe Wayne Smith, ex-chefe da Escritório de Interesses dos EUA em Havana (1979-1982).

"Os cubanos têm seus problemas, mas, se estão dando passos, por que nós não? Somos os únicos isolados neste assunto", ressaltou Smith.

No entanto, alguns legisladores democratas e republicanos insistem que os EUA não devem "premiar" o regime cubano por causa de suas violações aos direitos humanos.

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