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18/08/2010 - 22h27

Santos diz que milagre fez com que acidente aéreo não fosse pior

Bogotá, 18 ago (EFE).- O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, visitou hoje a ilha de San Andrés, em cujo aeroporto um avião com 131 pessoas a bordo sofreu um acidente na segunda-feira, e afirmou que o ocorrido não foi pior graças a um milagre.

Santos chegou hoje à tarde ao aeroporto Gustavo Rojas Pinilla, onde as operações foram retomadas pela manhã depois do término da remoção dos restos do Boeing 737-700 da companhia Aires que estavam na cabeceira da pista.

"Por volta das 9h (11h de Brasília) de hoje as operações recomeçaram sem nenhuma restrição na pista", disse o subdiretor da Aeronáutica Civil colombiana, Donald Tascón.

Com a reabertura do aeroporto, quase quatro mil pessoas que desde segunda-feira esperavam para poder deixar a ilha começaram a embarcar nos voos especiais montados para sua saída.

Santos agradeceu à população da ilha de San Andrés por sua ajuda aos mais de 100 feridos no acidente.

"Este milagre foi muito particular, porque não só foi a mão da Divina Providência, a mão do todo-poderoso. Nossos compatriotas fizeram um trabalho realmente espetacular", disse o presidente colombiano.

Santos reiterou que foi a San Andrés para "agradecer a Deus, mas também para agradecere a todos e cada um de vocês que, inclusive arriscando suas vidas, permitiram que este acidente não tivesse tido as consequências trágicas que um acidente similar em qualquer parte do mundo teria tido".

Todos os que colaboraram "deram uma lição à Colômbia e ao mundo do que é solidariedade e eficiência", afirmou o presidente.

Santos também pediu orações pela menina María Camila Angarita, de 11 anos, que estava no avião acidentado e que permanece em estado crítico em um hospital de Bogotá, para onde foi transferida.

"Me disseram que está bastante grave, mas peçamos a Deus para que faça outro milagre e salve essa menina", disse o presidente.

O diretor do hospital Amor de Pátria, de São Andrés, Roberto Sánchez, confirmou que a única pessoa que morreu no acidente, Amar Fernández de Barreto, de 73 anos, não foi vítima de um ataque cardíaco, mas sim de diversos traumatismos e do desprendimento da artéria aorta.

Cinco dos passageiros do avião, que fazia a rota entre Bogotá e a ilha de San Andrés, eram brasileiros.

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