Hillary pede sanções contra Coreia do Norte e que China exerça sua influência

Washington, 6 jan (EFE).- A pré-candidata democrata à presidência dos Estados Unidos e ex-secretária de Estado, Hillary Clinton, pediu sanções internacionais imediatas contra a Coreia do Norte pelo teste nuclear realizado nesta quarta-feira e que a China exerça sua influência para impedir este tipo de "ações irresponsáveis".

"O governo chinês deve tomar ações para deter as atividades proibidas que ocorrem ao longo de suas fronteiras, ou suas empresas que participam de comércio ilícito ou proliferação terão que enfrentar sanções", declarou Hillary em comunicado.

A Coreia do Norte anunciou hoje que realizou seu primeiro teste com uma bomba nuclear de hidrogênio. Trata-se do quarto teste nuclear conhecido desde 2006, quando a ONU começou a impor sanções a esse país por essas práticas.

"Os Estados Unidos e nossos aliados, incluindo o Conselho de Segurança das Nações Unidas, devem impor imediatamente sanções adicionais contra a Coreia do Norte", afirmou Hillary.

A democrata aproveitou seu comunicado para defender sua gestão como secretária de Estado dos EUA (2009-2013) frente às acusações em bloco de seus rivais eleitorais republicanos, que responsabilizam sua política externa e a do presidente Barack Obama pelo avanço nuclear da Coreia do Norte.

"Como secretária de Estado defendi o giro dos Estados Unidos rumo à região Ásia-Pacífico, incluindo recursos militares adicionais, em parte para confrontar ameaças como a da Coreia do Norte e para proteger nossos aliados", argumentou Hillary.

"Trabalhei para pôr de acordo sobre as sanções mais duras até o momento não só nossos aliados, mas também Rússia e China", acrescentou.

A democrata encerrou sua nota com uma advertência em tom eleitoral: "Ameaças como esta são outra lembrança do que está em jogo neste pleito. Não podemos permitir que truques publicitários imprudentes e temerários nos ponham em risco de guerra".

"Precisamos de um comandante-em-chefe com experiência e capacidade de julgamento para lidar com a perigosa Coreia do Norte desde o primeiro o dia", concluiu Hillary.

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