Seul e Washington reforçam sua aliança militar frente a Pyongyang

Seul, 7 jan (EFE).- Os responsáveis de Defesa da Coreia do Sul e dos Estados Unidos reafirmaram nesta quinta-feira, em uma conversa telefônica, o peso de sua aliança militar frente à Coreia do Norte, que anunciou ontem um novo teste nuclear no qual garantiu ter detonado pela primeira vez uma bomba H.

Han Min-koo e Ashton Carter discutiram possíveis maneiras de estreitar sua colaboração em matéria de segurança por causa do teste, segundo explicou um comunicado de imprensa conjunto.

Além disso, os dois mostraram seu convencimento de que a comunidade internacional seguirá sem tolerar a Coreia do Norte como um Estado com capacidades nucleares.

Os dois também estiveram de acordo em que a "Coreia do Norte deve pagar um preço proporcional à provocação" que representa seu teste nuclear.

Por outro lado, o secretário de Defesa dos EUA lembrou a Han que os Estados Unidos mantêm seu compromisso "de ferro" na hora de defender a Coreia do Sul das ameaças nucleares do Norte.

As duas Coreias seguem tecnicamente em guerra, já que o conflito entre ambos na década de 1950 terminou com um cessar-fogo, ao invés de um tratado de paz.

O suposto teste da bomba H, um artefato mais potente que o utilizado em seus três testes anteriores, foi condenado por muitos governos e motivou uma reunião extraordinária do Conselho de Segurança da ONU para discutir novas sanções para o país asiático.

Ainda não foi confirmado se a Coreia do Norte conseguiu desenvolver e detonar com sucesso uma bomba de hidrogênio, mas muitos especialistas duvidam que Pyongyang tenha conseguido dominar a tecnologia da fusão termonuclear.

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