Al Qaeda lembra a Suécia e África do Sul exigências para libertar reféns

Nouakchott, 9 jan (EFE).- A organização Al Qaeda no Magrebe Islâmico (AQMI) lembrou neste sábado que está há mais de quatro anos com dois reféns ocidentais, o sueco Johan Gustafsson e o sul-africano Stephen McGown, e que as exigências para sua libertação continuam sendo as mesmas.

Em um vídeo enviado à agência mauritana particular "Al Akhbar", geralmente bem conectada com os grupos jihadistas, um porta-voz da AQMI leu uma carta em inglês na qual pede aos governos sueco e sul-africano para "se movimentarem para assegurar a libertação dos dois reféns", sequestrados no final de novembro de 2011 em Timbuktu (norte do Mali).

O vídeo - que no entanto não é mostrado pela "Al Akhbar" - destaca por outro lado que a França deve ficar totalmente à margem das negociações tendentes para a libertação.

O porta-voz lembra que a organização tem a capacidade de manter os dois reféns em seu esconderijo durante longo tempo, mas não deseja fazê-lo para não prolongar o sofrimento deles e de suas famílias.

O vídeo inclui imagens nas quais os dois reféns falam da data de sua captura, mas não são acessíveis na nota da agência.

Ontem foi conhecido o sequestro de uma cidadã suíça residente em Timbuktu, e embora ninguém tenha reivindicado o sequestro, tudo aponta que os autores são também algum grupo jihadista dos que atuam no norte do Mali.

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