Obama pede ao Congresso que aprove o TPP

Washington, 12 jan (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu nesta terça-feira diante do plenário do Congresso a aprovação do Acordo de Associação Transpacífico (TPP) e disse que, com esse pacto, a China não ditará as normas nessa região, mas os Estados Unidos.

Em seu discurso anual do Estado da União, o último de sua presidência, Obama destacou a aprovação do TPP como um mecanismo para "abrir mercados, proteger os trabalhadores e o meio ambiente, e impulsionar a liderança dos EUA na Ásia".

"Com o TPP, a China não dita as normas nessa região, mas nós", garantiu o governante em referência ao acordo comercial alcançado em outubro pelos EUA com Austrália, Brunei, Canadá, Chile, Japão, Malásia, México, Nova Zelândia, Peru, Cingapura e Vietnã.

Segundo Obama, o acordo comercial, que requer a aprovação dos parlamentos dos 12 países signatários para entrar em vigor, reduz 18 mil tarifas sobre produtos feitos nos Estados Unidos, "e apoia (a criação de) mais postos de trabalho de qualidade".

"Aprovem este acordo. Deem-nos as ferramentas para sua aplicação" se querem "demonstrar nossa força neste século", disse Obama diante dos legisladores das duas câmaras do Congresso americano.

Obama considera o TPP como o tratado comercial mais ambicioso jamais conseguido e, ao mesmo tempo, como um elemento-chave de sua política externa, ao priorizar a relação com a região da Ásia-Pacífico para fazer frente à influência da China.

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