Presidente e primeiro-ministro da França condenam ataque em Burkina Fass

Paris, 16 jan (EFE).- O presidente da França, François Hollande, condenou neste sábado o ataque a um hotel em Ouagadogou, capital de Burkina Fasso, que deixaram 26 pessoas de 18 nacionalidades mortas.

Em comunicado divulgado pelo Eliseu, sede da presidência francesa, Hollande manifestou seu apoio à população e ao presidente de Burkina Fasso, Christian Kabore, e lembrou que as forças francesas colaboram com as do país.

"Ao atacar #BurkinaFaso, os terroristas bateram de novo o mundo. Juntos responderemos e venceremos", disse o primeiro-ministro da França, Manuel Valls, em sua conta no Twitter.

Sua mensagem foi publicada antes que se soubesse que um terrorista da Al Qaeda no Magrebe Islâmico (AQMI), que participou do ataque ao hotel, ameaçou abertamente a França antes da operação do exército de Burkina para liberar os reféns.

"Combateremos à França até a última gota de nosso sangue", disse o jihadista em uma gravação sonora enviada à agência privada mauritana "Al Akhbar" (habitual receptora dos comunicados de AQMI).

A Al Qaeda no Magrebe Islâmico (AQMI) informou que a ação foi realizada pelo grupo Al Mourabitoun, dirigido pelo histórico jihadista argelino Mokhtar Belmokhtar.

EFE

mgr/cd

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