Ministro da Defesa indiano descarta visita de paquistaneses à base atacada

Nova Délhi, 17 jan (EFE).- O ministro da Defesa da Índia, Manohar Parrikar, descartou que investigadores paquistaneses visitem a base militar indiana de Pathankot (norte), que foi atacada no dia 2 de janeiro por supostos extremistas do Paquistão em um ato que deixou 13 mortos e 20 feridos.

As palavras do ministro vieram depois que na quarta-feira o primeiro-ministro paquistanês, Nawaz Sharif, anunciou a detenção de vários membros do grupo separatista caxemiriano Conselho da Jihad Unida (UJC, na sigla em inglês) e manifestasse sua intenção de enviar uma equipe ao local como parte de sua investigação.

As autoridades paquistanesas mantêm, além disso, sob custódia o líder do grupo Jaish-e-Mohammad, Masood Azhar, ao qual a Índia acusa de ser o cérebro do ataque à base militar.

O porta-voz das Relações Exteriores indiano, Vikas Swarup, respondeu após o anúncio de Sharif que a Índia estenderia "toda sua ajuda" aos investigadores paquistaneses.

O ataque à base indiana aconteceu apenas alguns dias depois da visita surpresa do primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, ao Paquistão em 25 de dezembro, na primeira viagem de um máximo líder da Índia a esse país em 11 anos.

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