Morre famosa fotógrafa franco-marroquina ferida em atentado em Burkina Fasso

Rabat, 18 jan (EFE).- A fotógrafa franco-marroquina Leila Allawi, ferida à bala na sexta-feira passada durante o atentado jihadista contra um hotel de Ouagadougou, morreu nesta segunda-feira na capital de Burkina Fasso, informaram fontes diplomáticas e familiares a vários meios de comunicação marroquinos.

Allawi, nascida em 1982, estava em Ouagadougou para realizar uma reportagem para a Anistia Internacional, e foi ferida no ataque ao café-restaurante Capuccino que precedeu o atentado ao hotel.

A fotógrafa foi atingida por pelo menos dois tiros, em um braço e uma perna, e em um primeiro momento se informou que sua vida não corria perigo, mas ela teve que ser hospitalizada em Ouagadougou e hoje sofreu uma parada cardíaca.

Com ela já são 30 os mortos no atentado de Ouagadougou, realizado por três jihadistas malineses - abatidos pelas forças de segurança - que militavam dentro do grupo de Al Mourabitoun, atualmente parte da Al Qaeda no Magrebe Islâmico.

Leila Allawi, com uma longa trajetória internacional, se definia como uma exploradora "da construção da identidade e da diversidade cultural", e dedicou grande atenção ao fenômeno da emigração de um ponto de vista mais humano e social.

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