Grupo conservador processa Obama por medidas para controle de armas

Washington, 19 jan (EFE).- Uma organização conservadora favorável à livre circulação das armas anunciou nesta terça-feira que abriu um processo contra o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, por suas ações executivas para um maior controle da venda de armamentos.

A organização Freedom Watch afirmou que apresentou sua ação em um tribunal da Flórida e nela acusa Obama de "evitar o Congresso" para "inventar" uma nova lei sobre o controle de armas e pede a revogação de suas medidas executivas.

O aumento de controles previsto pelas novas iniciativas, apresentadas há duas semanas pela Casa Branca, se centra em uma maior verificação de antecedentes de quem compra uma arma.

"O presidente expõe que vai fazê-lo simplesmente porque não gosta das decisões legislativas do Congresso", disse em comunicado Larry Klayman, ex-promotor federal, fundador da Freedom Watch e membro da Associação Nacional de Rifles (NRA, na sigla em inglês).

"Estas ações são abusos inconstitucionais do presidente e do papel do Poder Executivo na arquitetura constitucional de nossa nação e excede os poderes do presidente assim como os princípios estabelecidos na Constituição dos EUA" acrescentou Klayman, que também já foi candidato ao Senado.

Este comunicado é divulgado no mesmo dia em que a Corte Suprema dos EUA anunciou que estudará a apelação do governo à decisão judicial de paralisar a entrada em vigor das medidas executivas migratórias de Obama.

Além de Obama, o processo da Freedom Watch abrange a procuradora-geral Loretta Lynch e Thomas Brandon, diretor do Departamento de Álcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos.

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